28.12.05

Não podia ter tido melhor presente de Natal, bem-dita a hora em que te conheci. Há meses que não me sentia assim tão bem... Estou tão feliz que nem tenho cabeça para escrever alguma coisa aqui...

É Você
Marisa Monte

É você
Só você
Que na vida vai comigo agora
Nós dois na floresta e no salão
Nada mais
Deita no meu peito e me devora
Na vida só resta seguir
Um risco, um passo, um gesto rio afora
É você
Só você
Que invadiu o centro do espelho
Nós dois na biblioteca e no saguão
Ninguém mais
Deita no meu leito e se demora
Na vida só resta seguir
Um risco, um passo, um gesto rio afora
Na vida só resta seguir
Um ritmo, um pacto e o resto rio afora...

8.12.05

As Dores do Mundo (Jota Quest)

O teu olhar caiu no meu
A tua boca na minha se perdeu
Foi tudo lindo tão lindo foi
Que eu nem me lembro o que veio depois

A tua voz dizendo amor
Foi tão bonito que o tempo ate parou
De duas vidas uma se fez
E eu me senti
Nascendo outra vez

(Refrão):
E eu vou esquecer de tudo
As dores do mundo
Não quero saber quem fui mas de quem sou
E vou esquecer de tudo
As dores do mundo
só quero saber do seu
do nosso amor
Sunshine In Ipanema (Jota Quest)

Sunshine in Ipanema
Eu vou pro Rio ver o mar
Eu não desisto assim tão fácil
Não abro mão de ser feliz

A alegria é um vírus
Vai matar minha saudade
Vai levar minha tristeza
Vai mostrar minha verdade

E ganhar o céu...

E um tempo a mais...

Todo mundo quer alguém pra si
Alguém que é feliz

4.12.05

Ah, é tão bom ter quem nos aqueça as mãos e nos dê miminhos. Benditas 24 horas que estive acordada!!!

1.12.05



"A língua girava no céu da boca. Girava! Eram duas bocas, no céu único.

O sexo desprendera-se de sua fundação, errante imprimia-nos seus traços de cobre. Eu, ela, elaeu.

Os dois nos movíamos possuídos, trespassados, eleu. A posse não resultava de ação e doação, nem nos somava. Consumia-nos em piscina de aniquilamento. Soltos, fálus e vulva no espaço cristalino, vulva e fálus em fogo, em núpcia, emancipados de nós.

A custo nossos corpos, içados do gelatinoso jazigo, se restituíram à consciência. O sexo reintegrou-se. A vida repontou: a vida menor."

O amor natural, Carlos Drummond de Andrade